24 de julho de 2013

SONORA BRASIL TRAZ TAMBORES E BATUQUES AO SESC ARSENAL EM AGOSTO

As manifestações da tradição oral de comunidades quilombolas são os destaques do Sonora Brasil 2013, que será realizado de 1 a 4 de agosto no Sesc Arsenal, em Cuiabá. Grupos do Amapá, Bahia, Pará e Rio Grande do Sul apresentarão cânticos que aludem a fatos da vida social, ao trabalho e às crenças religiosas, utilizando instrumentos fabricados artesanalmente, de acordo com as tradições de suas comunidades.

As apresentações serão nos dias 01 (Raízes do Samba de Tocos), 02, (Raízes do Samba de Tocos),03 (Samba de Cacete de Vacaria) e 04 de Agosto (Alabê Ôni), sempre às 20 horas no teatro do Sesc Arsenal. A entrada para as apresentações será um litro de leite longa vida.

O Sonora Brasil – Formação de Ouvintes Musicais é um projeto temático do Sesc de circulação nacional que apresenta programações identificadas com o desenvolvimento histórico da música no Brasil. Além de Cuiabá, o Sonora passou por Rondonópolis no dia 08 de Julho. Os grupos dos Tambores e Batuques também passarão pelos outros estados da região Centro-Oeste, Norte e Nordeste. Os demais estados recebem grupos que trazem o tema Edino Krieger e as Bienais de Música Brasileira Contemporânea.

O projeto Sonora Brasil busca despertar no público um olhar crítico sobre a produção e sobre os mecanismos de difusão de música no país, incentivando novas práticas e novos hábitos de apreciação musical, promovendo apresentações de caráter essencialmente acústico, que valorizam a pureza do som e a qualidade das obras e de seus intérpretes.

Programação:

RAÍZES DO BOLÃO (AP) - 01 DE AGOSTO - 20H
Música e dança típicas do Amapá, o marabaixo é muito valorizado pela população do estado e reconhecido em sua identidade local. Está associado a festividades da igreja católica em louvor a diversos santos como Santo Expedito, São Tiago e São José e remete a tradições seculares que tiveram origem nos quilombos da região.
O grupo Raízes do Bolão vive no quilombo do Curiaú, área rural da cidade de Macapá, onde mantém a tradição de cantar os ladrões (cânticos) que falam de situações diversas do cotidiano e de temas religiosos. Dona Chiquinha, matriarca do quilombo, aos 92 anos participa ativamente das festas e é referência para todos, detentora de conhecimentos que ajudaram o grupo a recuperar histórias e cânticos do passado.

RAÍZES DO SAMBA DE TOCOS (BA) - 02 DE AGOSTO - 20H
Representando a tradição do samba de roda da Bahia, o grupo foi organizado há sete anos a partir de laços familiares e amizades entre vizinhos. Liderado pelo Mestre Satu, apresenta-se em eventos locais geralmente de caráter profano e em algumas festividades religiosas, principalmente as ligadas a São Cosme e São Damião.
Formado principalmente por camponeses que vivem na região da antiga fazenda de Tocos, município de Antônio Cardoso, no interior da Bahia, a 30 km de Feira de Santana, tem como principal atividade econômica a produção agrícola, especialmente do fumo, milho e feijão.

SAMBA DE CACETE DA VACARIA (PA) - 03 DE AGOSTO - 20H
O grupo paraense é formado por pessoas que mantém relações familiares e de vizinhança, e que participam regularmente de atividades sociais onde se pratica o samba de cacete. Seus integrantes, em sua maioria, são moradores da zona rural da cidade de Cametá e vivem da produção agrícola.
Seus cânticos são acompanhados por dois “tambouros” e mais um percussionista que toca os cacetes. Tem a liderança do Mestre Benedito Moia e conta também com a participação de Ângela Meireles, Maria de Jesus, Manoel Maria, Maria das Graças, Marineu Cruz, Raimundo Moia e Nair dos Prazeres.

ALABÊ ÔNI (RS) - 04 DE AGOSTO - 20H
O grupo gaúcho é formado por quatro músicos pesquisadores que se dedicam à recuperação da história do tambor de sopapo — o Grande Tambor, e traz ao palco do Sonora Brasil repertório de maçambiques, quicumbis, alujás e candombes, manifestações da cultura negra gaúcha ligadas à tradição religiosa e profana. O grupo, formado especialmente para o projeto Sonora Brasil, é integrado pelos músicos Richard Serraria, Mimmo Ferreira, Pingo Borel e Kako Xavier.

22 de julho de 2013

EXPOSIÇÃO «NÓ NA MADEIRA»

Nesta quinta-feira (25) em Rondonópolis tem abertura da exposição
EXPOSIÇÃO «NÓ NA MADEIRA»
POR GINO LIMA

Trata-se do resultado do processo criativo em esculturas do artista plástico Gino Lima, que tem como matéria prima principal para criação de suas obras, a madeira de demolição, ressaltando a importância até mesmo na arte do reaproveitamento de materiais e da necessidade de preservação ambiental. A obra do artista dialoga de forma intensa com a estética, apresentando ao público um repensar sobre como nos colocamos e interagimos com o mundo.

Abertura: 25/07 às 19h30
Período da Exposição: 25/07 a 30/08
Horário: Seg. a Sex. das 09h às 20h / Sáb. 09h às 18h - Espaço Cultural -Entrada Franca

Música no Jardim com Choro Cerrado

ChoroCerrado_20_07_2013 (1)ChoroCerrado_20_07_2013 (2)ChoroCerrado_20_07_2013 (3)ChoroCerrado_20_07_2013 (4)ChoroCerrado_20_07_2013 (5)ChoroCerrado_20_07_2013 (6)
ChoroCerrado_20_07_2013 (7)ChoroCerrado_20_07_2013 (8)ChoroCerrado_20_07_2013 (9)ChoroCerrado_20_07_2013 (10)ChoroCerrado_20_07_2013 (11)ChoroCerrado_20_07_2013 (12)
ChoroCerrado_20_07_2013 (13)ChoroCerrado_20_07_2013 (14)ChoroCerrado_20_07_2013 (15)ChoroCerrado_20_07_2013 (16)ChoroCerrado_20_07_2013 (17)ChoroCerrado_20_07_2013 (18)
ChoroCerrado_20_07_2013 (19)ChoroCerrado_20_07_2013 (21)ChoroCerrado_20_07_2013 (22)ChoroCerrado_20_07_2013 (23)ChoroCerrado_20_07_2013 (24)

Sesc Arsenal (20/07/2013)