11 de abril de 2012

SESC INSTRUMENTAL destaque no DIÁRIO DE CUIABÁ



A Gaita Brasileira
Michael Arce apresenta a diversidade dos ritmos do país com o show no Sesc Arsenal

Ariane Laura
Da Redação

Michael Arce traz toda a diversidade dos ritmos brasileiros para o show Gaita Brasileira, que acontece nos dias 12 e 13 de abril no Teatro do Sesc Arsenal de Cuiabá. O repertório percorre por bossa, choro, samba, baião, pop e maracatu. Os shows acontecem em ambos os dias às 20h e a entrada é gratuita.

O show marca o lançamento do DVD “Gaita brasileira”, gravado no Centro de Referência da Música Carioca Artur da Távola. No Show, o artista toca músicas do seu primeiro CD “Santa Teresa” e do ainda inédito CD “Dias em Londres”.

Ao lado de músicos de grande talento da cena de Cuiabá, Michael aposta no intercâmbio musical para enriquecer mais sua arte. Com Joelson Conceição no violão e Alex Teixeira na bateria, o trabalho de Michael Arce ganha força e delicadeza: um trio singular.

MICHAEL E A GAITA

Michael conta que sua história com a gaita nasceu nos anos 80 com o movimento de blues que agitou o Circo Voador, no Rio de Janeiro. Mas, o leque de amplitude de estilos musicais se abriu mesmo foi na faculdade. “Quando assisti à apresentação de Rildo Hora com samba e outras leituras bem brasileiras. Fiquei encantado em ouvir a gaita amplificada, um instrumento tão pequeno com um som poderoso”, relembra o artista.

Na década de 90, Michael começou a se dedicar no estudo do instrumento e em sua aplicabilidade em diferentes gêneros. O interesse e dedicação eram tantos que a evolução foi rápida. Em menos de dois anos ele já montava bandas que passeavam, especialmente, pelo cenário da bossa nova.

Em 2005 Michael conta que foi para Londres (Inglaterra, onde teve a oportunidade de conhecer o trabalho de muitos músicos de rua. “O trabalho era de alto nível, eles apresentavam coisas bem estruturadas. Cheguei no Brasil com essa vontade, esse pensamento. Queria fazer uma espécie de guerrilha musical. Ia pros lugares sem avisar e tocava gaita por 10 minutos, sem passar chapéu ou pedir dinheiro. A intenção era ver o impacto das pessoas”, afirma.

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