17 de novembro de 2011

SESC ARSENAL apresenta exposição INTERVENÇÕES NO LARGO DA MANDIOCA



A exposição “Intervenções no Largo da Mandioca” compartilha com o público o processo de intervenção Artístico- cultural pelo Coletivo à Deriva que atua na cidade de Cuiabá, através de ações conjugadas entre várias artes (performance, dança, artes visuais, literatura, música), de múltiplos fazeres e diferentes públicos - artistas, não artistas e comunidade local.  As Intervenções buscam uma conexão afetiva com os espaços degradados ou abandonados da cidade, promovendo a sua visibilidade. Muitas vezes essas ações se confundem com as práticas do cotidiano como aconteceu no espaço escolhido em 2011 - o Largo da Mandioca, localizado no Centro Histórico de Cuiabá - lugar onde se entrecruzam camadas de memórias atravessadas por múltiplas culturas e ao mesmo tempo, espaço revelador de nevrálgicas questões sócio-urbanas. A proposta de uma nova forma de olhar e pensar sobre os espaços urbanos instiga a participação e a convivência, provoca uma reflexão sobre esses espaços e leva a ações de comprometimento com a cidade em que se vive.






Abertura: 19/11 - 19h - Entrada Franca - Entrada Estacionamento
Período da Exposição: 19/11 a 13/12
Terça a Sexta-feira: das 14h às 21h  
Sábados, Domingos e Feriados: das 16h às 20h





O Coletivo à Deriva apresenta um recorte do processo de intervenção artístico- cultural atuante na cidade de Cuiabá, através de ações entre várias artes como performance, dança, artes visuais, literatura e música.
Buscando uma conexão afetiva com os espaços degradados ou abandonados da cidade, promove sua visibilidade e leva a ações de comprometimento com a cidade em que se vive.
Essas ações se confundem com as práticas do cotidiano como aconteceu no Largo da Mandioca, localizado no Centro Histórico de Cuiabá - lugar onde se entrecruzam camadas de memórias, múltiplas culturas e ao mesmo tempo, espaço revelador de questões sócio-urbanas. 




O que move é a alegria das pessoas com a vontade de estar juntas na cidade, de cuidar dela de revitalizá-la, pois afinal este é o lugar onde se vive.

No dia 1º de outubro de 2011, 30 pessoas se reuniram pela manhã no Largo da Mandioca para lavar a escadaria, plantar, cantar, pintar e alegrar. No final da tarde, ocuparam o espaço da futura Casa Silva Freire, com grafitti, performances e exibição de vídeos.




O que move é a vontade de partilhar o espaço da cidade verde, que se encontra amarela de sem-graceza pelo sol que esturrica, pelos muros caídos, pelas janelas remendadas, pelas casas com muletas, doentes sem tratamento do Largo da Mandioca. Essas casas antigas e maltratadas são como pessoas mais velhas abandonadas, que foram lindas um dia e hoje plenas de experiência estão jogadas às traças, para um canto, carcomidas pela desolação e pela invisibilidade. 





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