17 de dezembro de 2015

O fim de ano chegou e é hora de recarregar as energias para 2016.
Então convidamos para virem ao Sesc Arsenal nesta quinta-feira (17) curtir o último dia de funcionamento da unidade este ano, que contará, é claro, com o tradicional Bulixo onde você pode encontrar muitas sugestões de presentes e fazer uma boa refeição. 
De 18 de dezembro de 2015 a 11 de janeiro de 2016 o Sesc Arsenal estará fechado para pequenas reformas e adequações de espaços para receber bem todos vocês com toda atenção e conforto.
Aproveitamos também para lembrar que a partir de 14 de Janeiro tem a programação especial “Férias de Brincar”, com oficinas, brincadeiras e atrações de cinema e teatro para as crianças.

16 de novembro de 2015

Bandas de MT e São Paulo ‘duelam’ em show instrumental no Sesc

Cuiabá recebe grandes nomes da música do Estado e do Brasil em performances de tirar fôlego


Master Jam
Assessoria - Duas bandas no palco e o melhor da música instrumental. Essa é a proposta do show nada convencional que ocorre nesta terça-feira (17), a partir das 20h, no teatro do Sesc Arsenal, em Cuiabá. Quem aparecer por lá vai conferir grandes nomes da música de Mato Grosso e do Brasil em performances de tirar o fôlego.
Trata-se do show “Versus” que reunirá os trios Master Jam, de Cuiabá, e Time Out, de São Paulo. No repertório muito jazz, soul, MPB e o melhor da Word Music - gênero que mistura estilos musicais de várias partes do mundo.

O show é inusitado (de maneira positiva) porque serão duas bandas dividindo o mesmo palco e intercalando as apresentações como se fosse um duelo. “E no final, os dois grupos tocarão juntos, fazendo uma “Jam” (som livre).  Assim o público assistirá um único show, mas com duas bandas ao mesmo tempo”, explicou o baixista do trio Master Jam, Wellington Berê, um dos idealizadores do evento.

Time Out
Sobre o trio paulista Time Out, Berê destacou que o público pode esperar uma grande apresentação. “Esse grupo desenvolve um repertório muito interessante do ponto de vista técnico. São verdadeiras demonstrações de virtuosismo e sincronia, estão rodando o país com o show”.

Uma das principais atrações é o renomado baixista Celso Pixinga. Ele, inclusive, é figurinha carimbada em Cuiabá, onde já realizou workshops e o Festival Cover Baixo.  “O Pixinga já esteve aqui em outras oportunidades. É grande amigo e parceiro do baixista mato-grossense Ebinho Cardoso, que hoje mora nos Estados Unidos. Pixinga já é de casa”, ressaltou Berê.

Além de Berê, a Master Jam é composta por Manoel Izidoro (guitarra) e Thiago Freitas (bateria). Juntos, os músicos formam um dos trios mais respeitados da música instrumental mato-grossense.

Já do lado paulista, a Time Out, além de contar com Pixinga, um dos melhores baixistas do Brasil, o trio é completado por Mello Junior (guitarra) e Maurício Leite (bateria), que são músicos de destaque da cena paulistana.

Berê ressaltou que shows como esse, que envolve o intercâmbio entre músicos locais e de fora do Estado, é muito importante no sentido de criar uma agenda cultural em Mato Grosso e evidenciá-lo a nível nacional.

“Mato Grosso é berço de grandes músicos e a importância está em mostrar isso para público. Além disso, o evento vai movimentar um setor carente de espaço no Estado, que é a música instrumental. Sem dúvida o show Versus é garantia de satisfação para os amantes da boa música”, concluiu Berê.

Serviço:

O quê: Show Versus com os trios Master Jam (MT) e Time Out
Onde: Teatro do Sesc Arsenal
Quando: terça-feira (17), às 20h

Quanto: R$ 15 (inteira) R$ 7,50 (meia), R$ 5,00 (comerciário)

Recital 'Poesia da Terra', com textos do poeta Natalino Ferreira Mendes, será apresentado no Sesc Arsenal

Assessoria - Obras do imortal poeta cacerense Natalino Ferreira Mendes dão vida ao recital 'Poesia da Terra' que será apresentado pelo Teatro Plenilúnio na próxima quarta-feira (18/11) no Sesc Arsenal em Cuiabá.  Com Direção do ator e professor Luciano Paullo o elenco é formado por atores do curso livre de teatro do IFMT Cáceres e por músicos alunos e ex-aluno da instituição.

O recital integra o projeto Poesia, Versos e Cordas, a leitura Poesia da Terra e apresenta seleção de textos do poeta cacerense baseada nos livros Pássaro vim-vim e Anhuma do Pantanal.

Segundo o diretor, o autor foi escolhido pelo grupo por ser um poeta da terra, com uma obra rica e vasta falando sobre os locais, a história da cidade, os animais, as lendas e a vida no rio Paraguai.
"Uma oportunidade de homenagear Natalino Ferreira Mendes, poeta, historiador e figura ilustre da nossa cidade e apresentar para as pessoas a obra do imortal", destaca Paullo.

O espetáculo será apresentado às 15 horas para grupos de escolas agendados pelo Sesc Arsenal. À noite a apresentação será aberta ao público, com início às 20 horas no teatro da unidade em Cuiabá.


Poesia da Terra
Data: 18 de novembro de 2015
Horário: 20h
Local: Teatro do Sesc Arsenal Cuiabá

Elenco
ANA CARLA SPARKLE
ANDERSON SILVA SANTOS
ISMAEL DINIZ
LUCIANO PAULLO

Músicos
ANDRESSA KETLLEN
LUCAS LEMUEL
RICCARDO TAVARES

Desenho de luz
KARINA FIGUEREDO

Iluminação
MARIANA SANTIAGO

Vídeo
LEONARDO PEREIRA

Figurino
LUCIANO PAULLO
ÂNDREA PENNO

Direção
LUCIANO PAULLO

3 de novembro de 2015

Turnê nacional do espetáculo “O Monstro de Olhos Verdes, ou por quem morrem as pombas?” chega em Cuiabá, em novembro

Peça com texto de Walmir Ayala, encenado pelo diretor gaúcho Camilo de Lélis, será apresentada em Cuiabá nos dias 04 e 05 de novembro, no Teatro Sesc Arsenal

Assessoria - Uma das mais importantes companhias teatrais do Rio Grande do Sul, a Cia Teatral Face & Carretos está em turnê nacional com o espetáculo O Monstro de Olhos Verdes, ou por quem morrem as pombas?, a partir de outubro. Dirigida por Camilo de Lélis, a peça escrita por Walmir Ayala será apresentada nos estados do Acre, Rondônia, Mato Grosso, Goiás e Distrito Federal. Todas as sessões terão entrada franca e serão seguidas de debates com o elenco e equipe. Em Cuiabá, o espetáculo será apresentado nos dias 04 e 05 de novembro às 20h no Teatro do Sesc Arsenal.

O Monstro de Olhos Verdes, ou por quem morrem as pombas? é ambientada em uma praça pública, onde um casal de namorados vive um feliz romance – como dois “pombinhos” – enquanto, nesse mesmo lugar, um jovem assassino se refugia da polícia e uma estátua cria vida e se manifesta, contando a história de Branca de Neve, com detalhes de terror e loucura. A peça traz no elenco Leonardo Barison, Renata de Lélis, Rafael Franskowiak e Kaya Rodrigues. Na equipe de criação destacam-se a trilha sonora especialmente criada pelo ator, diretor e compositor Marcos Chaves, o cenário de Alex Sernambi e Rodrigo Shalako, os figurinos de Renata de Lélis e iluminação de Fernando Ochôa.

O dramaturgo Walmir Ayala, representante do teatro brasileiro com temática universal, utiliza-se do non-sense e da poesia para tecer uma trama instigante e surpreendente, em que forças incontroláveis do inconsciente são motor de ações irracionais - típicas do teatro do absurdo – nas quais, amor, ciúme, inveja e morte vêm cobrar seu tributo na narrativa de vidas que buscam um ideal de ternura e felicidade. Em O Monstro de Olhos Verdes, ou por quem morrem as pombas? Walmir Ayala, inspirado na tragédia Otelo, de William Shakespeare, traz a temática do ciúme manipulado pela inveja e, com esta, constrói um drama fantástico, em tom surrealista.

Sobre o diretor:
Camilo de Lélis é um dos mais destacados profissionais do teatro gaúcho. Começou suas atividades teatrais na década de 80 e, desde então, tem mantido uma atividade constante, que foi amadurecendo ao longo dos anos, por meio da prática e do estudo. Seu trabalho abrange espetáculos de palco, encenações de rua, teatro de bonecos, espetáculos adultos e infantis. Seus mais recentes trabalhos são “Landell de Moura, O Incrível Padre Inventor”, sobre a vida do cientista gaúcho que realizou a primeira transmissão da voz humana sem o uso de fios, e “As quatro direções do céu” de Roland Schimmelpfennig, peça convidada para integrar a programação do 22º Porto Alegre em Cena, o mais importante festival da cena gaúcha. Suas produções são reconhecidas não apenas no Brasil, mas também no Exterior, onde já teve oportunidade de exibir seu talento, em países como Uruguai, Argentina, Alemanha e Portugal. Em 2006, as encenações de Camilo de Lélis foram objeto da monografia “Carnaval, Encenação e Teatro Gaúcho”, premiada no Concurso Nacional de Monografias Gerd Bornheim, promovido pela Secretaria Municipal de Cultura de Porto Alegre. A obra foi publicada em 2007, registrando em livro a contribuição desse encenador para o teatro.

Sobre o autor
O gaúcho Walmir Ayala (1933-1991) foi poeta, romancista, memorialista, teatrólogo, autor de literatura infanto-juvenil e crítico de arte brasileiro. Autor de uma obra bastante extensa em todos os gêneros, seu romance de maior sucesso, À beira do corpo (1964), conquistou o público e a crítica ao longo dos anos. Colaborou intensamente com diversos jornais e revistas brasileiras. Autor de numerosos livros também para o público infanto-juvenil tornou-se um dos escritores mais premiados de sua geração em todos os gêneros de sua atuação e notabilizou-se como um dos mais importantes críticos de arte do País.
Recentemente, a obra de Ayala vem sendo reeditada. A Editora Nova Fronteira, do Rio de Janeiro, lançou alguns títulos para o público infantil, como O futebol do rei leão e O canário e o manequim, ambos com o selo comemorativo "Walmir Ayala 80 Anos". Estão previstas novas edições de Teatro infantil completo e algumas reedições de livros antigos, todos pela Nova Fronteira. A Editora Leitura colocou no mercado As Ostras Estão Morrendo e o esgotado À Beira do Corpo, um de seus mais elogiados romances.

SERVIÇO:
Turnê de “O Monstro de Olhos Verdes”. Direção de Camilo de Lélis
Entrada franca
Recomendação etária: 12 anos
Duração: 1 hora

FICHA TÉCNICA:
O Monstro de Olhos Verdes
Texto: Walmir Ayala
Direção: Camilo de Lélis
Elenco: Leonardo Barison, Renata de Lélis, Rafael Franskowiak e Kaya Rodrigues
Trilha Sonora Original: Marcos Chaves
Cenário: Alex Sernambi e Rodrigo Shalako
Figurinos: Renata de Lélis
Iluminação: Wagner Duarte
Produção: Leonardo Barison e Silvia Abreu
Produtores Locais: Denise Oliveira (Rio Branco-AC), Fernanda Fernandes de Souza (Goiânia-GO), Michele Milane (Brasília-DF), Cláudia Borges (Cuiabá), Maria Braga (Rondônia)
Fotos: Vilmar Carvalho
Projeto Gráfico: Rafael Franskowiak
Planejamento Cultural e Assessoria de Imprensa: Silvia Abreu
Realização: Cia. Teatral Face & Carretos

29 de outubro de 2015

Programação Novembro Sesc Mato Grosso



A versão impressa da programação de novembro do Sesc Mato Grosso estará disponível em todas as unidades a patir da semana que vem.
Mas já é possível acessar a versão digital em PDF pelo link

28 de outubro de 2015

DIA INTERNACIONAL DA ANIMAÇÃO CHEGA A 250 CIDADES DO PAÍS

Curtas de animação serão apresentados hoje à noite (28) no Sesc Arsenal

O Dia Internacional da Animação (DIA), maior evento de cinema simultâneo do Brasil, chega a sua 12ª edição em mais de 200 cidades no Brasil e 40 países participantes. Ocorrido anualmente em 28 de outubro, a data é celebrada com uma sessão de curtas-metragens de desenhos animados nacionais e internacionais. Entre os países que também participam simultaneamente, estão França, Portugal, Índia, Polônia, Rússia, Hungria, Israel, Egito, Suécia, Canadá e EUA.
O DIA tem objetivo de difundir o cinema de animação nacional em todas as regiões do país, proporcionar o contato do público com o trabalho de diretores brasileiros, estimular debates, revelar talentos, despertar o interesse do público e propiciar o intercâmbio entre filmes paulistas, nacionais e estrangeiros, fortalecendo os laços com os países integrantes da Associação Internacional do Filme de Animação (ASIFA) e divulgar os filmes nacionais no exterior. O evento também gera a integração cultural em todas as regiões do país, mobilizando diversas comunidades e facilitando a inclusão e o acesso da população à cultura. “Uma das grandes forças do Dia Internacional da Animação é a exibição de filmes não só nos grandes centros, como em muitas cidades do interior do Brasil, fazendo parte do calendário cultural de vários municípios que não tem salas de cinema”, ressalta Fabiano Florez, produtor nacional do evento.
Gratuito e aberto ao público, o evento tem realização nacional da Associação Brasileira de Cinema de Animação (ABCA), o apoio nacional da Endutex e no estado de São Paulo no estado é patrocinado pela Zilor Energia e Alimentos e apoio do Programa de Ação Cultural (ProAC). Neste ano, foram inscritos 180 curtas-metragens de animação de todo o país, sendo cinco selecionados para a Mostra Nacional e dez para compor a Mostra Infantil. Completando a Mostra Nacional e com o objetivo de resgatar a história do cinema de animação nacional, a coordenação de júri resgatou o filme “O Átomo Brincalhão”, de 1964, produzido pelo diretor Roberto Miller, que abrirá o programa brasileiro. Devido ao grande número de filmes e da excelência dos títulos, o júri também propôs uma sessão extra de filmes brasileiros, chamada “Mostra Olhar Brasil de Animação”. Desta forma, o DIA traz um panorama da animação brasileira, apresentando curtas de todos os cantos do país e com diferentes técnicas de animação pautado da diversidade de técnicas e linguagens. Entre as técnicas utilizadas pelos produtores, estão desenho sob película, 2D, 3D, Stop Motion, animação com objetos, Pixelation e desenho sobre papel.
Além dos objetivos de difusão da produção nacional do cinema de animação e formação de público, o projeto chama atenção pela rede formada por coordenadores locais voluntários, responsáveis pela inscrição de seus municípios. A lista completa de dos locais participantes pode ser conferida no site www.adca.org.br/dia.

SOBRE O DIA
Em 28 de outubro de 1892, o francês Emile Reynaud realizou a primeira projeção pública de imagens animadas do mundo do seu teatro óptico no Museu Grevin, em Paris, exibindo o filme Pauvre Pierrot. Para celebrar a data, em 2002, a ASIFA (Associação Internacional do Filme de Animação) lançou o “Dia Internacional da Animação” contando com diferentes grupos internacionais filiados em mais de 30 países.


O quê: Mostra do Dia Internacional da Animação
Quando: 28/10
Horário: 19h30
Local: Cinema do Sesc Arsenal
Entrada Gratuita

2 de outubro de 2015

Exposição mostra mistérios e beleza do rio Juruena

Nos meses de outubro e novembro, quem visitar o Sesc Casa do Artesão, em Cuiabá, poderá conferir a exposição “Nas Águas do Juruena”, que reúne fotografias do jornalista Thiago Foresti. O registro foi realizado em 2013, ao longo de vinte dias acompanhando uma expedição a remo pelo rio Juruena, nas fronteiras dos estados de Mato Grosso, Pará e Amazonas.

A bacia do rio Juruena abriga uma grande biodiversidade, onde vivem povos ribeirinhos e diversas populações indígenas. Essa região já foi explorada por diversos estrangeiros, entre eles os da Expedição Langsdorff no século XIX, que legou uma variedade de material acerca do Juruena, como mapas cartográficos e aquarelas dos povos indígenas feitas, por exemplo, pelo artista francês Hercule Florence.

A área faz parte do Mosaico de Conservação da Amazônia Meridional, um conglomerado de 40 unidades de conservação. Entre essas unidades de conservação está o Parque Nacional do Juruena, criado em 2006, onde só é possível a entrada de pesquisadores e cientistas com autorização do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade – ICMBio.

Apesar de tudo isso, duas cachoeiras, Salto Augusto e São Simão, são potenciais geradoras de energia, onde se pretende construir hidrelétricas e, assim, ameaçar parte da integridade cênica e cultural dessa localidade.

A exposição é uma oportunidade de mostrar um pouco mais sobre as paisagens do Parque Nacional e demonstrar o impacto que as hidrelétricas podem ocasionar na região e mudar drasticamente essa paisagem.

“São nessas paragens que há muita vida e mistério! Ao longo do Juruena nasceram homens, mulheres e crianças que nunca visitaram outros lugares, como Severino Coelho que até hoje só bebeu das águas do Juruena, ou a comunidade de Barra de São Manoel que possuem raízes ancestrais naquela localidade”, comenta o jornalista Thiago Foresti. “Construir um empreendimento dessa magnitude não só alterará o ciclo hidrológico de um rio, mas mexerá com a o ciclo de vida e de história de muita gente”, complementa.

Sobre o rio Juruena

O rio Juruena possui 1.240 km de extensão e atravessa o estado de Mato Grosso até a sua divisa com o Amazonas, onde na fronteira com o Pará encontra com o rio Teles Pires e, juntos, formam o rio Tapajós. A região cortada pelo Juruena é marcada por uma beleza natural fantástica, além das suas águas rápidas e profundas, que constituem um verdadeiro labirinto, há também quedas d’águas que formam uma paisagem exuberante, como o Salto Augusto e São Simão.

Às suas margens encontram-se as terras indígenas dos Apiaká, Munduruku, Kayabi e Rikbaktsa, grupos que habitaram primeiramente essas áreas, e, atualmente, estão ameaçados pelo desmatamento predatório e expansão das termelétricas.

Serviço:
Exposição Nas Águas do Juruena
De 07 de Outubro a 28 de Novembro

Sesc Casa do Artesão
Rua 13 de Junho, 315 – Porto –Cuiabá – MT
Tel. 65 3611-0550
Horário de Funcionamento:
Segunda a Sexta: 8h30 às 17h30
Sábado: 08h30 às 13h30


14 de setembro de 2015

Escola Sesc de Ensino Médio: educação que enche seus alunos de orgulho

O Globo  — A melhor propaganda de uma instituição de ensino são seus alunos que fazem. E os estudantes da Escola Sesc de Ensino Médio não escondem a satisfação e o orgulho quando falam do lugar em que estudam. No encontro internacional Educação 360, realizado pelos jornais O GLOBO e "Extra", em parceria com prefeitura do Rio e Sesc, e com apoio da TV Globo e do Canal Futura, jovens que cursam o ensino médio realizaram um tour por todo o colégio, localizado em Jacarepaguá, para mostrar todas as instalações do lugar ondem estudam e vivem.

Veja a matéria completa no link:  http://oglobo.globo.com/sociedade/educacao/educacao-360/escola-sesc-de-ensino-medio-educacao-que-enche-seus-alunos-de-orgulho-17471995#ixzz3ljq0kn48

24 de abril de 2015

Morena Nascimento apresenta Rêverie e ministra oficina ao lado de Carolina Bianchi no Sesc Arsenal

Assessoria - O espetáculo já fez sessões na Alemanha, França, Minas Gerais, Pernambuco e por diversas cidades do Estado de São Paulo. Além da apresentação do solo em Cuiabá, o workshop de dança e composição dramatúrgica MASSA será lecionado pela bailarina Morena Nascimento e pela dramaturga Carolina Bianchi nos dias 28 e 29 de abril

A bailarina Morena Nascimento faz apresentação única do solo Rêverie no Teatro do Sesc Arsenal dia 29 de abril, às 20h. A entrada é gratuita e os ingressos podem ser retirados com uma hora de antecedência. Ao lado de Carolina Bianchi, que assina a dramaturgia do espetáculo, a bailarina concede, também gratuitamente, a Oficina Massa, workshop que experimenta, provoca, testa e desdobra os elementos cênicos de Rêverie. Para participar, basta enviar e-mail para lconceicao@sescmatogrosso.com.br com nome completo, breve carta de intenção e telefone para confirmar a inscrição. A oficina acontece dias 28 e 29 de abril, das 9h até o meio dia.

Sobre Rêverie
A estreia internacional Rêverie de ocorreu no final de 2013, na Alemanha. Já no Brasil, Morena estreou o solo no Sesc Belenzinho, em agosto de 2014. A partir daí, houve sessões em Minas Gerais, diversas cidades do interior de SP, Pernambuco e Clermont-Ferrand (França), onde se apresentou no mês de dezembro em quatro sessões lotadas.
“Rêverie é um trabalho que fala diretamente ao coração das pessoas. Ele é instigador por trabalhar com cortes e colagens que causam uma sensação de descontinuidade no pensamento e imaginação do público”, conta Morena.
No espetáculo, quatro projetores de slides lançam focos coloridos de luz. Em cena, a bailarina veste figurino inspirado na Alemanha pós-guerra (saia cinza, blusa branca e sapato marrom). Flagrada em diferentes posições e expressões, com os cabelos molhados e soltos, ocupa variados espaços do palco. Para maior efeito dramático, blackout (num jogo de revela-esconde). Como fotografias sobrepostas ou fotomontagem, ela reproduz sonhos e estados de espírito.
Depois de Claraboia - apresentado pela bailarina e coreógrafa na versão solo e com um desdobramento que conta com bailarinos sobre a claraboia de uma piscina (em ambos espetáculos a direção é de Morena Nascimento e Andreia Yonashiro) -, a bailarina aprofundou suas pesquisas plásticas e artísticas, descobrindo outros sentimentos.
Ora com música vibrante, ora com sons mais suaves, Rêverie potencializa a camada dramatúrgica do espetáculo anterior. A diretora, dramaturga e atriz Carolina Bianchi foi convidada para trabalhar em conjunto na composição da obra.
O solo teve estreia internacional na Alemanha, onde Morena Nascimento apresenta-se regularmente desde que integrou por três anos (e hoje segue como bailarina convidada) a companhia da coreógrafa alemã Pina Bausch (1940 – 2009), ícone da dança contemporânea.
O título da obra sintetiza pontos importantes da criação. Rêverie é uma palavra francesa que faz sentido em outras línguas, já que é análoga no inglês e no alemão, exceto pela pronúncia e acento. Seu significado – devaneio – foi explorado exaustivamente pelas artistas. A escolha da palavra no francês se deu pela sua sonoridade, que é menos agressiva do que em outros idiomas. O subtítulo de Rêverie também é uma narrativa à parte: Sonho de desastre cósmico com final feliz imaginado por uma atriz e uma bailarina. ou an uncontrolled response.
Imagem, coreografia e texto são mesclados. O conteúdo dramático é preenchido por músicas, tema de pesquisa e paixão de Morena e Carolina. O playlist funcionou como um termômetro para a criação do espetáculo, além de atuar como estímulo sonoro para a bailarina.
Entre silêncios, textos em inglês (Emotional Storm e These are Not My Hands), francês, alemão, espanhol e português, entram canções de Timber Timbre, Ray Connif, Rodrigo Amarante, Dominique A, Joan Baez e Os Tincoãs. “Não nos preocupamos em traduzir. Não entender todas as frases também faz parte do espetáculo e dá a chance do público buscar reinterpretações para esses momentos”, explica Morena.
Idealizado por Morena, Rêverie foi criado em parceria pelas duas artistas, que também dividem a direção. “Não sabemos onde termina o trabalho de uma e começa o de outra”, comenta Carol. “O risco que existe quando dois artistas que trabalham com ferramentas diferentes se unem é muito interessante. Nós não precisávamos segregar as coisas. Essa união fazia borbulhar as possibilidades.”
Músicas, movimentos e o próprio texto foram elaborados a partir de uma pesquisa intensa e conjunta. Morena conta que nunca fez cursos de teatro ou de canto, e o resultado de seu último trabalho é uma obra homogênea, que reproduz muita força criativa em todos os momentos.
“É ideal que Rêverie seja apresentado em locais onde possa haver proximidade entre mim e o público. Quero que as pessoas me ouçam quando eu precisar sussurrar algo e que se sintam como se estivessem dialogando comigo”, diz a bailarina.
O ponto de partida de Rêverie é a observação do trabalho de fotomontagens/colagens da fotógrafa alemã Grete Stern (Sueños), nascida em 1903 em Wuppertal, na Alemanha, e mais tarde radicada em Buenos Aires.
Morena Nascimento optou por não utilizar tecnologia de ponta. Preferiu manter a característica low tech, aproveitando o som quase sujo do projetor e o corte seco das imagens. O público é ambientado dentro dos fragmentos de cenas, pontuados pelo desenho de luz de Fabio Retti.
A dança não engancha em algo específico. A estética possibilita a exibição de figuras surreais, amparadas por imagens reproduzidas pelos projetores. Além de recriar cores e fotografias, eles também integramo cenário minimalista, já que ficam na boca de cena.
Carolina traz como característica de seus trabalhos uma urgência em se comunicar com o público. Para este espetáculo, afirma que a crise de linguagem dialoga com as imagens sem haver uma ligação direta com a lógica e a objetividade. “As coisas não andam só em uma direção no discurso e na dança apresentados em Rêverie. As frequências se atravessam o tempo inteiro. É tudo sempre extremo.”
Morena acentua que o texto de Carol tem uma natureza cortante, que também foi essencial para o resultado da obra. “Uma inseriu ideias na outra agressivamente. Eu gosto muito de ser intérprete, de ser dirigida. Preciso de alguém que me provoque”, relata a bailarina.

Sobre a Oficina MASSA
A natureza cortante dos textos de Carolina Bianchi foi essencial para a composição de Rêverie, solo coreografado e interpretado por Morena Nascimento, bailarina conhecida por sua versatilidade ao atuar em segmentos artísticos distintos e por participar de espetáculos da companhia da renomada Pina Bausch. Agora, a parceria de ambas será compartilhada na oficina de dança e composição dramatúrgica MASSA, direcionada a bailarinos, atores e artistas do corpo e da cena em geral, a atividade é gratuita.
Morena e Carolina, ambas as autoras nas instâncias artísticas de seus trabalhos, têm uma preocupação em comum: se comunicar com o público. Por isso, o workshop MASSA tem o objetivo de experimentar, provocar e testar os procedimentos com um grupo maior e desdobrá-lo em um acontecimento cênico.

Sobre Morena Nascimento
Morena Nascimento é bailarina e coreógrafa. Integrou de 2007 a 2009 o Tanztheater Wuppertal Pina Bausch, companhia com a qual continua contribuindo artisticamente como bailarina convidada. Recentemente atuou em filme de homenagem a Pina Bausch sob direção de Wim Wenders. A convite da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), onde graduou-se em 2001 no curso de Artes. Corporais, atuou como professora colaboradora do curso de graduação no Departamento de Artes Corporais, no período de agosto de 2010 a junho de 2011.
Recebeu o prêmio Klauss Vianna de Dança 2010, pela Funarte, para montagem de um novo espetáculo em parceria com o artista Kleber Damaso. Trabalhou com coreógrafos internacionais como Susanne Link (Alemanha), Mark Scieszkarek (Irlanda), Rodolfo Leoni (Brasil), Vera Mantero (Portugal) e Chikako Kaido (Japão). Cursou a Folkwang Hochschule, em Essen, Alemanha, de 2006 a 2008, sob supervisão de Dominique Mercy, Malou Airadou e Lutz Föster.
Criou, em 2006, Lady Marmelade, solo de dança estreado na Alemanha e posteriormente convidado para uma turnê em Baguio City, Filipinas. No Brasil, atuou em espetáculos dirigidos por José Possi Neto, Marcio Aurélio, Arto Lindsay, Guga Stroeter e Gisela Moreau. Dentre os coreógrafos brasileiros com quem trabalhou estão: Lara Pinheiro, Jorge Garcia, Ana Vitória, Holly Cavrell, Tuca Pinheiro e Dududde Hermann. Integrou o 1° Ato Grupo de Dança, de Belo Horizonte, sob direção de Suely Machado de 2001 a 2004. Neste período, desenvolveu coreografia de sua própria autoria com o elenco feminino deste mesmo grupo, resultando no trio “Horas de Um Desejo”.
Graduou-se no ano de 2001 no curso Artes Corporais da Unicamp. Em 1999, passou 3 meses na cidade de Nova York frequentando aulas de dança em importantes centros como Limón Institute, Alvin Ailey School, ZVI Gotheiner e Dance Space Center. Desde 2001 realiza seu trabalho autoral com diversas parcerias artísticas se apresentando nos principais festivais e eventos de dança do Brasil.
Entre seus principais trabalhos autorais estão: Clarabóia – 2010 (Parceria com Andréia Yonashiro), Um Diálogo entre Dança e Música - 2010 (Parceria com o pianista Benjamim Taubkin), Sexo, Amor e Outros Acidentes - 2004 (prêmio APCA 2005 de Melhor Criação e Interpretação); Quase Ela – 3 momentos de saudade - 2008 (espetáculo convidado pela Bienal Sesc de Dança 2009, posteriormente apresentado em outros palcos brasileiros); 2 em super 8 - 2003 (duo de dança em parceria com Fábio Dornas e Marcelo Poletto, que fez parte da programação do Rumos Itaú Cultural no ano 2004). Na música, Morena também realiza trabalhos em parcerias com os artistas Alexander Zekke (Paris, Moscou), Max Costa, Natália Mallo e Marcelo Poletto (todos de São Paulo).

Sobre Carolina Bianchi
Atriz, dramaturga e diretora. Formada pela Escola de Arte Dramática ECA-USP. Uma das fundadoras da Cia. dos Outros.Concebeu e realizou a dramaturgia dos últimos trabalhos do grupo: A Pior Banda do Mundo e Solos Impossíveis. Em A Pior Banda do Mundo trabalhou como atriz e dramaturga, além de dirigir em parceria com João Otávio. Em Corra Como um Coelho é atriz e colaboradora na dramaturgia. Assina também a dramaturgia e cocriação de Rêverie, solo da bailarina Morena Nascimento,que estreou em novembro de 2013 em Dusseldorff, Alemanha,no Festival que celebra os 40 anos da Cia. de Pina Baush.
Atua, dirige e realiza a dramaturgia de Solos Impossíveis, apresentado no Sesc Belenzinho em setembro de 2013 na programação de Performáticos, Inquietos e Radicais. Realizou a última edição do projeto Palavras Cruzadas na Oi Futuro no Rio de Janeiro, como performer e dramaturga, ao lado da cantora Silvia Machete e dos artistas visuais do coletivo Opavivará.
Atriz no espetáculo Peça Romântica Para um Teatro Fechado, dirigida e escrita pelo português Tiago Rodrigues - realizado no Festival DoisPontos/ Rio de Janeiro.Trabalhou como atriz no Teatro da Vertigem em A procura de Emprego e em Bom Retiro 958. Realizou parcerias com Cia. das Inutilezas (RJ) e Michel Melamed (RJ). Atuou com os grupos Lasnoias e Cia., Tablado de Arruar, além de diretores como Bete Dorgam, Dagoberto Feliz e Marco Antônio Pâmio. É colunista fixada revista eletrônica de literatura CAIS. Dirigiu o clipe da música Sintonia, da cantora Luana Carvalho.

FICHA TÉCNICA
Idealização, Direção Geral e Atuação: Morena Nascimento. Codireção e Cocriação: Carolina Bianchi. Dramaturgia: Carolina Bianchi com atravessamentos de Morena Nascimento. Desenho e operação de luz: Fabio Retti. Trilha sonora: Morena Nascimento e Carolina Bianchi. Sonoplastia: Miguel Caldas. Voz em Off e Colaborações Gerais: Latieres Leite. Figurino: Morena Nascimento. Fotos: Vitor Vieira. Arte Gráfica: Lucas Länder. Produção Geral: Morena Nascimento. Produção Admnistrativa: Paulo Carvalho. Produção Artística: Gabriel Tolgyesi. Assessoria de Imprensa: Arteplural. Duração: 45 minutos. Classificação: 12 anos.

15 de abril de 2015

AMAZÔNIA DAS ARTES TEM LANÇAMENTO NACIONAL NO SESC ARSENAL



Considerado uma grande rede de intercâmbio das artes e da cultura fora dos grandes centros urbanos, o Sesc Amazônia das Artes chega a sua oitava edição e tem seu lançamento oficial no Sesc Arsenal, em Cuiabá, nos dias 23 e 24 de abril. Esta é primeira vez que Mato Grosso sedia o lançamento do projeto, que se solidifica como um espaço de excelência para a interação entre os artistas e o público dos estados da Amazônia Legal.

Nesses dois dias haverá uma demonstração dos espetáculos e filmes dos estados do Acre, Amazonas, Pará, Roraima, Rondônia, Mato Grosso, Maranhão, Amapá, Tocantins, além do Piauí, que, embora não faça parte da Amazônia, integra a rede, como estado convidado. Mais do que incentivar a produção de arte local, o Sesc procura pensar em conjunto soluções para os problemas do “custo amazônico”. Ou seja, a escassez de políticas públicas, pouca formação técnica e superior e a dificuldades de se criar vínculos com o público.

De acordo com Jan Moura, Coordenador de Cultura do Sesc Mato Grosso, o Sesc Amazônia das Artes ultrapassa a divulgação de trabalhos, buscando chamar a atenção da comunidade local e externa para o que se vem discutindo em arte fora dos grandes eixos de produção. “A expectativa é que a experiência possibilite um maior conhecimento sobre nós mesmos; um olhar para dentro para poder olhar para fora”, explica.

A partir do mês maio, a programação completa do Sesc Amazônia das Artes, com 26 espetáculos de dança, teatro e música, exposições literárias e de artes visuais e exibição de curtas metragens começa a circular os estados, onde cada um participa com ao menos duas produções. Cinema é a linguagem com mais atrações, 10 no total, seguido de Teatro e Música, com cinco espetáculos cada.
Em agosto o circuito chega a Cuiabá, no Sesc Arsenal, com espetáculos entre os dias 11 e 20 de agosto. Em setembro, entre os dias 08 e 30, acontecem duas exposições de artes visuais.

Programação do lançamento

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Na quinta-feira (23) às 19h será realizada a abertura oficial, com a participação de artistas do estado que participarão desta edição ou que já participaram de edições anteriores. Além disso, dois pensadores da Cultura, os professores Ludmila Brandão (UFMT) e José Marcio Barros (PUC-MG) discutirão o tema: Estéticas Fronteiriças - Arte Fora dos Centros.

O público poderá conferir a instalação Orifício, do artista plástico Benedito Nunes, de Mato Grosso, e ao show com o grupo Regiojazz, de Roraima, que recria músicas de compositores da Região Norte por meio de um jazz de referências regionais, apimentado por influências latinas.

Já no dia 24 de abril, tem espetáculo de teatro Agustino Peixe Grande, do grupo Teatro de Brinquedo (MT), seguido de exposição literária e exibição de curtas metragens. A programação se encerra com a apresentação do espetáculo de dança Grave Grogue, do Balé da Cidade de Teresina (PI).